Como fazemos um livro acessível
Imagens descritas, braile, relevo, tinta ampliada e livro digital acessível: o que cada recurso faz e quando ele entra.
Por Equipe CN Editorial

Um livro acessível não é uma versão "especial" feita depois. Na CN, a acessibilidade entra no projeto desde o diagnóstico, pensando em quem lê com os olhos, com os dedos ou com os ouvidos.
Imagens descritas
Cada ilustração ganha uma descrição clara do que mostra: personagens, cenas, cores, expressões. A descrição acompanha o livro digital e pode ser lida em voz alta, para que quem não enxerga as imagens não perca nada da história.
Braile e relevo
Para leitores cegos, o texto pode ser transcrito em braile e algumas imagens podem ganhar versão em relevo, para serem exploradas com as mãos.
Tinta ampliada
Para quem tem baixa visão, usamos letras grandes, sem serifa e com bom espaçamento, em páginas com contraste forte entre o texto e o fundo.
Livro digital acessível
O EPUB é organizado para leitores de tela: títulos marcados, ordem de leitura correta, imagens com texto alternativo e idioma indicado. Assim o livro funciona no celular, no computador e nos programas que leem o texto em voz alta.
Acessibilidade é também cumprir a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), mas, antes disso, é querer que todo mundo consiga ler.
Quanto custa?
Depende dos recursos que fazem sentido para cada obra. Por isso eles aparecem no diagnóstico, com a proposta, e você escolhe quais quer no seu livro.
Tem um livro para publicar?
Conte sobre ele em três passos. Respondemos em até dois dias úteis.
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